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Artigo: Iodo + Iodeto (Lugol): O que é? Quais os seus benefícios?

Iodo + Iodeto (Lugol): O que é? Quais os seus benefícios?
saúde em foco

Iodo + Iodeto (Lugol): O que é? Quais os seus benefícios?

O que é o Lugol?

O Lugol é uma formulação clássica composta por 5% de Iodo e 10% de Iodeto de Potássio. O consumo do Iodo + Iodeto (Lugol) tem como objetivo adequar a ingestão diária de Iodo, garantindo o aporte necessário desse mineral essencial ao organismo.

O Iodo é um mineral que participa de várias funções importantes no organismo — com destaque para seu papel na função normal da tireoide, na função cognitiva normal e no metabolismo energético.

Qual a importância do Iodo?

O Iodo é um micronutriente essencial — ou seja, o corpo não produz e precisa obter pela alimentação. Entre as funções reconhecidas pela ANVISA e pelo European Food Safety Authority (EFSA), o Iodo contribui para:

  • Função normal da tireoide
  • Produção normal de hormônios tireoidianos
  • Metabolismo energético normal
  • Função cognitiva normal
  • Função normal do sistema nervoso
  • Crescimento normal em crianças

A tireoide precisa de Iodo para produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que participam do metabolismo energético e do crescimento normal do organismo.

Por que se preocupar com o Iodo?

Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo apresentem risco de ingestão inadequada de Iodo — com maior prevalência em regiões com solo pobre em Iodo. Mesmo quando não é evidente um quadro clínico, a deficiência moderada pode impactar o bem-estar ao longo do tempo.

No Brasil, o governo instituiu a iodação obrigatória do sal de cozinha em 1953, justamente para combater a deficiência populacional. A medida reduziu significativamente os casos de problemas relacionados à deficiência do mineral. Mas a mudança de hábitos alimentares — como a redução do consumo de sal por questões de pressão arterial, ou o uso de sais especiais não iodados (sal rosa, sal marinho não iodado) — pode fazer com que algumas pessoas voltem a ter ingestão insuficiente de Iodo.

Fontes alimentares de Iodo

O Iodo está presente em poucos alimentos em quantidade relevante:

  • Peixes de água salgada (bacalhau, atum, sardinha)
  • Frutos do mar (camarão, lula, polvo)
  • Algas marinhas — especialmente a alga nori e a kombu
  • Laticínios (leite, iogurte)
  • Sal iodado (sal de mesa comum)

Para quem não consome regularmente essas fontes — vegetarianos estritos, veganos, pessoas com aversão a frutos do mar ou que usam apenas sais não iodados — a suplementação pode ser uma alternativa interessante, sob orientação profissional.

Quem costuma buscar a suplementação de Iodo?

  • Pessoas com dietas restritivas (veganos, vegetarianos estritos)
  • Quem consome apenas sais especiais não iodados (rosa, marinho não iodado)
  • Pessoas que não comem peixes e frutos do mar regularmente
  • Adultos e idosos que buscam apoio nutricional para a função normal da tireoide
  • Quem recebeu orientação profissional para suplementar após avaliação nutricional

Iodo + Iodeto (Lugol) em cápsulas da NatusVita

O Iodo Lugol em Cápsulas da NatusVita oferece a formulação clássica do Lugol em uma versão prática e sem gosto:

Iodo Lugol em Cápsulas da NatusVita - Iodo + Iodeto de Potássio

  • Iodo + Iodeto de Potássio — formulação Lugol clássica
  • Em cápsulas — sem o gosto marcante do Lugol líquido
  • 100% da IDR — atende a Ingestão Diária Recomendada
  • Fórmula limpa — sem excipientes desnecessários
  • Produzido na fábrica própria da NatusVita, dentro dos parâmetros da ANVISA

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Atenção importante: a suplementação de Iodo não é indicada para pessoas com:

  • Alterações tireoidianas (hiper ou hipotireoidismo) sem acompanhamento médico
  • Uso de medicamentos tireoidianos
  • Gestantes e lactantes sem orientação médica
  • Alergia ao Iodo

O consumo de Iodo em excesso também pode ser prejudicial. Por isso, sempre consulte um médico ou nutricionista antes de iniciar a suplementação, especialmente se você tem histórico de alterações tireoidianas ou faz uso de medicamentos.

Referências bibliográficas:

  1. ESCOTT-STUMP, S.; MAHAN, L. K. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. Rio de Janeiro: Elsevier, 12ª ed. 2010.
  2. KNOBEL, M.; MEDEIROS-NETO, G. Moléstias associadas à carência crônica de iodo. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, vol. 48, n. 1, pp. 53-61. 2004.
  3. MACEDO, M. S. et al. Deficiência de iodo e fatores associados em lactentes e pré-escolares. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, vol. 28, n. 2, pp. 346-356. 2012.

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