
Descubra a diferença entre o Ômega 3 DHA e EPA. Qual a importância de cada um deles?
Se você tem dúvidas sobre a suplementação com Ômega 3, sobre qual o melhor suplemento ou não sabe a diferença entre o DHA e o EPA, este artigo é pra você.
Nossa nutricionista explica a diferença entre DHA e EPA
Ômega 3 — o que é?
O Ômega 3 é um ácido graxo poli-insaturado — um tipo de gordura considerada "boa" porque sua estrutura química não favorece o depósito em tecidos corporais. Ele é classificado como essencial porque o organismo humano precisa dele para funcionar, mas não é capaz de produzi-lo — precisa ser obtido pela alimentação ou suplementação.
Dentre os tipos de Ômega 3, dois se destacam pelos efeitos biológicos estudados:
- DHA (Ácido Docosahexaenoico)
- EPA (Ácido Eicosapentaenoico)
As principais fontes naturais são peixes de águas frias e profundas — sardinha, salmão, arenque, cavalinha — e o krill, um pequeno crustáceo. Como o consumo regular desses peixes não é a realidade da maior parte dos brasileiros, a suplementação se tornou uma alternativa cada vez mais comum.
DHA e EPA — benefícios e diferenças
DHA e EPA trabalham em sinergia no organismo — um complementa o outro. Ainda assim, cada um tem características próprias reconhecidas:
Ômega 3 EPA
O EPA participa do metabolismo dos eicosanoides — moléculas que regulam processos fisiológicos importantes. Por isso, ele é estudado no contexto do funcionamento normal do sistema cardiovascular e do equilíbrio inflamatório do organismo.
Ômega 3 DHA
O DHA é um componente estrutural do cérebro e da retina — parte significativa da gordura cerebral é composta por DHA. Ele contribui para:
- Funcionamento normal do cérebro (reconhecido pela ANVISA)
- Manutenção da visão normal
- Processos relacionados ao desenvolvimento normal do cérebro e dos olhos em crianças e durante a gestação
A combinação de DHA + EPA é frequentemente a escolha padrão de quem busca um apoio completo — contemplando as duas frentes.
Qual o melhor suplemento de Ômega 3? A certificação IFOS importa
O Ômega 3 é extraído de óleo de peixe — e aí está uma questão importante. Peixes que habitam oceanos podem acumular contaminantes ambientais ao longo da vida, como metais pesados (mercúrio, chumbo, arsênico, cádmio), dioxinas, PCBs e furanos. Um suplemento de Ômega 3 sem garantia de pureza pode, em teoria, entregar esses contaminantes ao consumidor.
Por isso, a certificação do óleo de peixe é o fator mais importante na escolha do suplemento. Existem dois selos principais no mercado: IFOS e MEG-3 — mas eles têm diferenças importantes:
- IFOS (International Fish Oil Standards) — certifica o produto final que chega ao consumidor. Analisa concentração real de EPA e DHA por cápsula, pureza (ausência de metais pesados e contaminantes), níveis de oxidação e estabilidade. É emitido pela Nutrasource (Canadá) e utiliza padrões mais rigorosos que os governamentais.
- MEG-3 — certifica apenas a matéria-prima (óleo de peixe antes do encapsulamento), fornecida pela DSM.
Em resumo: o IFOS é a certificação mais completa, porque garante qualidade do produto final — incluindo todo o processo de fabricação, encapsulamento e embalagem.
A linha Ômega 3 da NatusVita — toda com selo IFOS
Todos os Ômegas 3 da NatusVita são certificados pelo selo IFOS da Nutrasource — garantia de que o produto final é livre de contaminantes e entrega a concentração declarada no rótulo:
- Ômega 3 TG — 540mg EPA + 360mg DHA por porção, em forma TG (triglicerídeo), com vitamina E antioxidante — ideal para quem quer apoio equilibrado DHA/EPA
- Ômega 3 Super DHA — 1500mg de DHA + 300mg de EPA por porção — para quem busca apoio focado ao sistema nervoso e à visão
- Ômega 3 Super EPA — 1500mg de EPA + 300mg de DHA por porção — para quem busca apoio focado ao sistema cardiovascular
Além do selo IFOS, todos contam com vitamina E como antioxidante natural para impedir a oxidação da gordura, e são produzidos dentro dos parâmetros da ANVISA.
→ Conheça a linha Ômega 3 IFOS da NatusVita
Leia também: Ômega 3: com selo IFOS ou MEG-3?
Importante: este conteúdo tem caráter informativo. Para orientação personalizada sobre suplementação — especialmente em casos específicos como gestantes, lactantes, crianças e pessoas em uso de medicamentos — consulte um médico ou nutricionista.










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